terça-feira, 21 de abril de 2009

Quando eu morrer

Quando eu morrer... amigos

Amigos, gentes que me passaste pelas mãos, pelo coração

Pela pele... pelo corpo todo

Sei que vou tão sozinha

Agora em ladainha mas mais tarde num silêncio de paz

Não me deixai ter medo

Sosseguem-me. Aquietem-me o coração...

Ai que vou tão só

Ai que tenho medo de ter medo

Se antes de nascer morta estava porque tenho eu agora medo de morrer?

Cantem-me um hino de felicidade, de alegria

Também pode ser de louvor que eu gostava tanto de vós

Não posso prometer não vos esquecer

Não sei se consigo

Não sei ao que vou

Isso é bom mas enerva-me tanto...

domingo, 6 de julho de 2008

O dia do nascimento

Boa tarde!

A ideia deste blog nasceu ontem, aquando em conversa sobre pintura, se falava das intenções que um pintor tem sobre a tela. Retorqui que pode não ter nenhumas. Disse que a minha atitude perante determinado quadro que pintei era completamente não intencionista. A ideia provocou alguns sorrisos e o meu interior foi incentivado a avançar para esta ideia do não intencionismo.

Concordámos que podia chegar a ser uma corrente de arte do futuro. Vejam só as expectativas que a expressão pode criar.

Criado está o blog e a ideia e o resto será o que for, com ou sem intenções, com ou sem pinturas, com ou sem telas, com ou sem poemas, métricas ou que for.

Foi só isto!
Que cresça, que apareça, que se fortifique!!